Fantasmas existem? Sim ou Não?
Portas que batem, pedras que rolam, janelas que se abrem ou fecham abruptamente, lâmpadas que se apagam, quadros que despencam no chão, vultos ou sombras que aparecem e somem num piscar de olhos...
Quantos de nós já não perceberam estes simples fenômenos muitas vezes em nossas casas, na rua, no ambiente de trabalho? Um frio na espinha, um arrepio, uma sensação estranha como se estivesse sendo observado de perto...
Com reações controversas, as pessoas às vezes ficam até com medo de relatar alguma ocorrência deste tipo por temerem criticas ou de serem expostas às chacotas da maioria, com medo até de serem chamadas de loucas. Na realidade os Hospitais Psiquiátricos estão bem apinhados de internos que talvez estejam apenas dotados de uma sensibilidade extrasensorial muito aguçada e que simplesmente poderiam ser cuidados e orientados a lidar de forma inteligente e positiva com esta maravilhosa capacidade. Que o diga Paulo Coelho, hoje o maior escritor do mundo na Categoria e mundialmente conhecido, que aos 18 anos foi internado em Hospital Psiquiátrico pelo pai que o considerava muito fora dos padrões ditos normais. Ele colocou seu desespero e impotência, preto no branco, no best-seller Verônica decide morrer.
Imaginem o que o mundo teria perdido se ele não tivesse conseguido fugir!
Mas vamos ver o que este caso nos conta sobre estes Fenômenos...
Adriano*, Engenheiro, 33 anos.
Adriano é um rapaz alto, forte, atlético, alegre, inteligente, competente, criativo, faz amigos (e amigas...) com facilidade. Foi enviado para Manaus por um período curto de tempo.
O problema começou com Adriano alugando uma casa grande dotada inclusive de piscina, com boa área verde, num bairro nobre da cidade, destinado a alojar os engenheiros contratados pela companhia.
Um dos primeiros engenheiros hospedes da casa, começou a vislumbrar através da janela do seu quarto, uma pessoa passando rapidamente. Com isso, meio preocupado, passou a dormir com a veneziana fechada. No entanto, deixou de ver o ser desfilando mas começou a ouvir os seus passos.
Preocupado, Adriano contratou o serviço de vigilância noturna que durante semanas não constatou nada de anormal com a parte externa da casa. Porém, seu colega continuava a ouvir os passos do lado de fora... se tornando rapidamente alvo de zombaria por parte dos colegas que nada viam ou ouviam. O próprio Adriano não acreditava nele.
As coisas ficaram diferentes no dia que Adriano levou a namorada para a casa por um fim de semana. Qual não foi a surpresa quando, à noite ela também percebeu a presença de alguém que passava na janela ouvindo seus passos! Por fim até ele começou a ter a mesma percepção.
Estranhos fatos começaram a se manifestar em paralelo; uma serie de problemas com encanamentos iniciou de repente, um muro nos fundos da casa começou a soltar a alvenaria e por mais que os problemas fossem reparados, voltavam a acontecer.
As coisas chegaram a tal ponto que ninguém mais queria ficar naquela casa.
Adriano apareceu finalmente procurando ajuda, pois estava completamente perdido.
Acompanhado do Adriano e de Rodolfo e Julie, um casal amigo meu, fomos até a bonita residência para tentar entender o que podia estar acontecendo. Normalmente vou com a mente e o coração abertos e busco com minha intuição perceber algo que os olhos normais não vêem...
Ao dar uma volta completa pela casa, percebi uma presença espiritual que emanava grande sofrimento. Percebi que devia tratar-se de alguém que cuidava do Jardim, responsável pelas plantas e o gramado. Uma pessoa simples, angustiada e perdida.
Após isso, Adriano me contou que ali havia acontecido um roubo e que o dono da casa tinha colocado a culpa no jardineiro e simplesmente o tinha assassinado.
A partir desta revelação, a Turma do Amor entrou mais uma vez em ação, buscando liberar a Alma do pobre homem, morto injustamente e que ainda com sua contraparte astral se encontrava presa ao local, perambulando pela casa, sem nenhum intuito de assustar ou molestar quem quer que fosse.
Para conhecimento das leitoras e leitores, foi efetuado um procedimento que transformava instantaneamente o Adriano de engenheiro em jardineiro... ou melhor, em representante (procurador), oficial da pobre Alma perante Deus e o Cosmo. Sim, é indispensável que alguém assuma este papel conscientemente.
Aqui está o perdão assim como foi praticado:
"Peço perdão pro meu assassino por tudo que ele me causou com a minha morte e também o perdôo por tudo que ele me causou com a minha morte e peço perdão por tudo que eu causei a ele e a mim mesmo com minha morte.
Neste momento quero libertar os elos que possam estar me prejudicando entre eu, meu assassino e minha morte. Principalmente elos de injustiça, ódio, rancor, culpa e vingança, e aproveito para que o Universo harmonize as energias envolvidas.
Foi desfeita em seguida a procuração e passei então ao passo seguinte que consiste no resgate da Alma:
Peço que o Mestre dele venha fazer o resgate de sua Alma desimpregnando-a de todas as doenças e vínculos emocionais, sentimentais e materiais que a estão impedindo de voltar ao seu TODO, conscientizando-a de que tudo já acabou, que foi mais uma experiência ou até uma maneira de resgatar algo que tenha sido cometido no passado. Mas neste momento está livre, para que possa viver sua vida com alegria, saúde, paz e amor onde ela estiver, seja no plano espiritual ou material.
A intuição também pediu que fosse acendida uma vela naquele muro (que era o local onde o dinheiro esteve escondido), além de rezar um Pai Nosso.
Uma vez feito isso, aconteceu algo extremamente forte: No final da oração, todos nós ouvimos um grande e profundo suspiro de alivio.
Querem saber como terminou?
A casa voltou ao normal naquela mesma noite.
Tudo isso acontecia devido ao fato que alguns dos hospedes tinham uma sensibilidade mais sutil e mesmo desconhecendo este fato acabaram se tornando os instrumentos importantes para a libertação desta Alma que estava ainda presa a este mundo material.
Fantasmas
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Top 10 de Lugares Assombrados!
10 – O quartel de Babenhausen
No quartel alemão de Babenhausen (hoje um museu), os fantasmas de soldados alemães, alguns com uniformes da época da Segunda Guerra Mundial, tem sido avistados. Diz-se que luzes se apagam sozinhas e vozes são ouvidas no porão. Alega-se que passos e comandos são ouvidos à noite, supostamente sem causa física. Diz a lenda que se acontecer de um soldado visitar o museu e tirar o telefone do gancho, uma mulher poderá ser ouvida algumas vezes, falando de trás pra frente, de maneira ininteligível, nem em alemão nem inglês. A cidade foi o local onde aconteceu a queima de uma bruxa numa estaca, no século 19, e diz-se que seu fantasma já seduziu, e depois matou, vários soldados alemães desde então. A foto acima é de dois soldados americanos no quartel, em 1974.
9 – A ponte que grita
A estrada Maud Hughes está localizada em Liberty Township, Ohio. Ela tem sido o local de muitos acidentes terríveis e suicídios. A estrada de ferro está a 7,62 metros abaixo da ponte, e pelo menos 36 pessoas foram relatadas mortas na ou ao redor da Ponte da estrada Maud Hughes. Figuras fantasmagóricas, névoas e luzes já foram vistas, assim como figuras negras encapuzadas e um trem fantasma. Diz a lenda que um carro com um homem e uma mulher enguiçou em cima da ponte. O homem saiu para buscar ajuda , enquanto a garota ficou. Quando o homem retornou, a garota estava pendurada na ponte, em cima dos trilhos. O homem então morreu de causas inexplicáveis. Até hoje, muitas pessoas têm relatado ouvir conversas de fantasmas, então um grito de mulher seguido do de um homem. Outra história diz que certa vez uma mulher jogou seu bebê da ponte e depois se enforcou.
8 – Avenida Ocean, 112
Esta casa já é familiar para quem adora filmes de terror. É a casa na qual o filme (e livro) “Horror em Amityville” foi baseado. A casa é uma construção de 6 quartos, em estilo holandês, construída em 1924. O detalhe mais conhecido da casa era, no passado, o seu par de janelas em formato de 1/4 de círculo, localizadas no sótão (terceiro andar), que davam uma aparência estranha, como se a casa tivesse “olhos”.
Essas janelas foram removidas, e foi modificado o número da casa, para afastar os turistas. Em 13 de Novembro de 1974, o garoto de 23 anos Ronald DeFeo Jr. assassinou com tiros seis membros de sua família na casa. Durante o seu julgamento de homicídio em 1975, ele alegou que vozes em sua cabeça o teriam impelido a fazer a matança. Ele foi julgado culpado, e continua na cadeia de Nova York. Em dezembro de 1975, George Lutz e sua mulher, Kathy, compraram a casa e se mudaram com seus três filhos. Depois de 28 dias deixaram a casa, alegando que haviam sido atormentados por fenômenos paranormais enquanto moravam ali. A família diz ter sentido cheiros ruins, visto rostos nas janelas, ouvido gritos, objetos se movendo, e todo o tipo de fenômeno paranormal bizarro. A primeira imagem é a da casa como é hoje.
7 – Tribunal do Condado de Pickens
O tribunal do Condado de Pickens em Carrollton, Alabama, é um tribunal no oeste do Alabama famoso por uma imagem fantasmagórica que pode ser vista em uma de suas janelas. É dito que a imagem é o rosto de Henry Wells, que, diz a lenda, foi falsamente acusado de ter queimado o tribunal anterior, e linchado em uma noite de tempestade, em 1878. A imagem na janela é facilmente vista, apesar de que só parece mais com uma face de alguns ângulos do que de outros. É dito que a imagem só pode ser vista do lado de fora do tribunal, de dentro a vidraça aparenta ser uma vidraça de janela normal. Desde que a foto acima foi tirada, a cidade de Carrollton colocou uma placa de rua refletiva com uma flecha apontando para o vidro onde a imagem aparece. Há também binóculos permanentes apontando para a janela do outro lado da rua, para que as pessoas possam ver a face mais de perto.
6 – Estrada de Balete
A estrada de Balete é uma rua localizada em New Manila, cidade de Quezon, Filipinas. É conhecida por aparições de uma mulher de branco e por casas assombradas que foram construídas durante a Era Espanhola (anos de 1800). New Manila possui uma abundância de árvores baletes, que, de acordo com a lenda, é o local favorito para espíritos errantes e outros seres paranormais. Especialistas no paranormal acreditam que a mulher de branco foi estuprada por soldados japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. Testemunhas da mulher de branco, advertem os motoristas para evitar a rua durante a noite, especialmente se estiverem sozinhos. Se é necessário viajar por essa rota, eles avisam para que deixe o banco de trás totalmente ocupado, e que ninguém olhe para trás ou nos espelhos. A aparição veste um vestido de noite, tem cabelo comprido e não tem face, se tem, está coberta de sangue.
5 – Rosenheim, Bavária
Mais conhecido como o Poltergeist de Rosenheim, essa infestação de atividades bizarras é uma das mais conhecidas da Alemanha. Em 1967, estranhos fenômenos começaram a ocorrer no escritório do advogado Sigmund Adam. Telefones tocavam mas não havia ninguém do outro lado da linha, fotocopiadoras cuspiam suas tintas, gavetas se abriam sem serem tocadas. Um jornal alemão instalou equipamentos para monitorar os telefones e em 3 meses eles gravaram mais de 600 chamadas para o número que informa a hora certa – a despeito do fato de todos os telefones estarem desplugados. Em um único período de 15 minutos, 46 chamadas foram gravadas – um número que parecia impossível levando-se em conta o mecanismo de discagem da época. Em outubro de 1967, todas as lâmpadas do prédio se apagaram com um enorme estrondo. Depois de instalarem câmeras e gravadores de voz, os investigadores puderam descobrir que os eventos somente aconteciam quando a jovem de 19 anos Annemarie Schneider (uma secretária recém-empregada) estava presente. Foi alegado que um lustre se desviava violentamente se a senhorita Schneider andasse por baixo dele, e as luzes piscavam sempre que ela entrava no escritório. Quando Schneider saiu de férias os eventos pararam. Quando retornou, a atividade poltergeist retornou. Schneider foi demitida e os problemas nunca mais voltaram a acontecer. Na figura acima Schneider está embaixo das luzes que foram vistas se desviando.
4 – Bélmez de la Moraleda
Uma casa de uma rua em Bélmez de la Moraleda, Espanha, recentemente ficou muito famosa graças a rostos misteriosos que começaram a aparecer no chão. A estrada Real 5 se tornou uma atração popular para turistas de fantasmas, já que as faces aparecem freqüentemente, e podem ser facilmente fotografadas. As aparições em Bélmez começaram em 23 de Agosto de 1971, quando María Gómez Cámara viu um rosto aparecer no piso de cimento da cozinha. Seu marido pegou uma picareta e destruiu o rosto. Logo, outra face apareceu. Uma escavação, feita abaixo do local da casa, revelou restos humanos, que foram removidos. A imagem acima é um dos rostos.
3 – Cemitério de Union
O cemitério de Union, em Easton, Connecticut, não é somente o cemitério mais assombrado de Connecticut, é considerado por muitos como o cemitério mais assombrado dos Estados Unidos. O fantasma mais famoso de lá é a Dama de Branco. Inúmeras fotografias foram tiradas dela, e ela até foi filmada. Ela tem um cabelo comprido e escuro e usa um boné e um vestido de noite. Ela freqüentemente aparece na rodovia junto à rota 59, e às vezes rota 111, onde ela é comumente “atropelada” pelos veículos que passam. Em uma ocasião em 1993, um bombeiro estava dirigindo pela rua quando atingiu a “dama” – ele ouviu um baque e um amassado ficou em seu veículo. Quando a mulher apareceu na frente de seu carro ele também viu um fazendeiro com um chapéu de palha sentado atrás dele no carro. O cemitério é trancado à noite e freqüentemente é patrulhado pela polícia. A imagem acima é uma das muitas que se pode encontrar na internet.
2 – Pluckley
Pluckley é uma pequena vila em Kent, Inglaterra, que se acredita ser a vila mais assombrada da Inglaterra. Em adição aos 12 (alguns dizem 13 ou 14) fantasmas de Pluckey, a vila também é famosa pelo programa de televisão “The Darling Buds of May” que foi filmado lá. Dos fantasmas que você pode ver ali, o mais espetacular é o ladrão de estradas e a carruagem e cavalos avistados perto da prefeitura, o fantasma de uma cigana queimada até a morte durante o sono, dois corpos enforcados, um monge fantasma, três damas de classe alta, e talvez o mais assustador de todos, os Bosques que Gritam. Os Bosques que Gritam é uma área fora da cidade assombrada pelos fantasmas de várias pessoas que se perderam por lá. Os seus gritos podem ser ouvidos vindos de dentro da floresta à noite.
1- Praça Berkeley, 50
Esta área residencial de Londres, muito conhecida pela música “A Nightingale Sang in Berkeley Square”, é também o lar da casa mais assombrada de Londres! O número 50 da praça Berkeley é o lar de um grande número de fantasmas, o mais antigo deles, o de uma menina assassinada nos anos 1700 por um criado sádico. Ela é freqüentemente vista no último andar chorando e torcendo as próprias mãos em desespero. Outra mulher, tentando escapar de seu tio caiu de uma janela – o seu fantasma é muitas vezes visto pendurado em um peitoril da janela. Enquanto a casa esteve vazia nos anos 1870, os vizinhos ouviam numerosos gritos e gemidos oriundos da casa. Eles também ouviam móveis se movendo, campainhas tocando, e janelas batendo. Anos depois a casa foi ocupada por um Sr. Dupre, que trancava seu irmão louco em um quarto no último andar. Ele alimentava o irmão insano por uma abertura especial na porta. Este é o quarto que se diz ser o centro da assombração. Atualmente a casa abriga uma livraria – estranhas ocorrências foram observadas por todos os funcionários da loja. O último andar é mantido trancado o tempo todo e ninguém tem permissão para entrar nele.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Fantasmas existem? Sim ou Não?
Portas que batem, pedras que rolam, janelas que se abrem ou fecham abruptamente, lâmpadas que se apagam, quadros que despencam no chão, vultos ou sombras que aparecem e somem num piscar de olhos...
Quantos de nós já não perceberam estes simples fenômenos muitas vezes em nossas casas, na rua, no ambiente de trabalho? Um frio na espinha, um arrepio, uma sensação estranha como se estivesse sendo observado de perto...
Com reações controversas, as pessoas às vezes ficam até com medo de relatar alguma ocorrência deste tipo por temerem criticas ou de serem expostas às chacotas da maioria, com medo até de serem chamadas de loucas. Na realidade os Hospitais Psiquiátricos estão bem apinhados de internos que talvez estejam apenas dotados de uma sensibilidade extrasensorial muito aguçada e que simplesmente poderiam ser cuidados e orientados a lidar de forma inteligente e positiva com esta maravilhosa capacidade. Que o diga Paulo Coelho, hoje o maior escritor do mundo na Categoria e mundialmente conhecido, que aos 18 anos foi internado em Hospital Psiquiátrico pelo pai que o considerava muito fora dos padrões ditos normais. Ele colocou seu desespero e impotência, preto no branco, no best-seller Verônica decide morrer.
Imaginem o que o mundo teria perdido se ele não tivesse conseguido fugir!
Mas vamos ver o que este caso nos conta sobre estes Fenômenos...
Adriano*, Engenheiro, 33 anos.
Adriano é um rapaz alto, forte, atlético, alegre, inteligente, competente, criativo, faz amigos (e amigas...) com facilidade. Foi enviado para Manaus por um período curto de tempo.
O problema começou com Adriano alugando uma casa grande dotada inclusive de piscina, com boa área verde, num bairro nobre da cidade, destinado a alojar os engenheiros contratados pela companhia.
Um dos primeiros engenheiros hospedes da casa, começou a vislumbrar através da janela do seu quarto, uma pessoa passando rapidamente. Com isso, meio preocupado, passou a dormir com a veneziana fechada. No entanto, deixou de ver o ser desfilando mas começou a ouvir os seus passos.
Preocupado, Adriano contratou o serviço de vigilância noturna que durante semanas não constatou nada de anormal com a parte externa da casa. Porém, seu colega continuava a ouvir os passos do lado de fora... se tornando rapidamente alvo de zombaria por parte dos colegas que nada viam ou ouviam. O próprio Adriano não acreditava nele.
As coisas ficaram diferentes no dia que Adriano levou a namorada para a casa por um fim de semana. Qual não foi a surpresa quando, à noite ela também percebeu a presença de alguém que passava na janela ouvindo seus passos! Por fim até ele começou a ter a mesma percepção.
Estranhos fatos começaram a se manifestar em paralelo; uma serie de problemas com encanamentos iniciou de repente, um muro nos fundos da casa começou a soltar a alvenaria e por mais que os problemas fossem reparados, voltavam a acontecer.
As coisas chegaram a tal ponto que ninguém mais queria ficar naquela casa.
Adriano apareceu finalmente procurando ajuda, pois estava completamente perdido.
Acompanhado do Adriano e de Rodolfo e Julie, um casal amigo meu, fomos até a bonita residência para tentar entender o que podia estar acontecendo. Normalmente vou com a mente e o coração abertos e busco com minha intuição perceber algo que os olhos normais não vêem...
Ao dar uma volta completa pela casa, percebi uma presença espiritual que emanava grande sofrimento. Percebi que devia tratar-se de alguém que cuidava do Jardim, responsável pelas plantas e o gramado. Uma pessoa simples, angustiada e perdida.
Após isso, Adriano me contou que ali havia acontecido um roubo e que o dono da casa tinha colocado a culpa no jardineiro e simplesmente o tinha assassinado.
A partir desta revelação, a Turma do Amor entrou mais uma vez em ação, buscando liberar a Alma do pobre homem, morto injustamente e que ainda com sua contraparte astral se encontrava presa ao local, perambulando pela casa, sem nenhum intuito de assustar ou molestar quem quer que fosse.
Para conhecimento das leitoras e leitores, foi efetuado um procedimento que transformava instantaneamente o Adriano de engenheiro em jardineiro... ou melhor, em representante (procurador), oficial da pobre Alma perante Deus e o Cosmo. Sim, é indispensável que alguém assuma este papel conscientemente.
Aqui está o perdão assim como foi praticado:
"Peço perdão pro meu assassino por tudo que ele me causou com a minha morte e também o perdôo por tudo que ele me causou com a minha morte e peço perdão por tudo que eu causei a ele e a mim mesmo com minha morte.
Neste momento quero libertar os elos que possam estar me prejudicando entre eu, meu assassino e minha morte. Principalmente elos de injustiça, ódio, rancor, culpa e vingança, e aproveito para que o Universo harmonize as energias envolvidas.
Foi desfeita em seguida a procuração e passei então ao passo seguinte que consiste no resgate da Alma:
Peço que o Mestre dele venha fazer o resgate de sua Alma desimpregnando-a de todas as doenças e vínculos emocionais, sentimentais e materiais que a estão impedindo de voltar ao seu TODO, conscientizando-a de que tudo já acabou, que foi mais uma experiência ou até uma maneira de resgatar algo que tenha sido cometido no passado. Mas neste momento está livre, para que possa viver sua vida com alegria, saúde, paz e amor onde ela estiver, seja no plano espiritual ou material.
A intuição também pediu que fosse acendida uma vela naquele muro (que era o local onde o dinheiro esteve escondido), além de rezar um Pai Nosso.
Uma vez feito isso, aconteceu algo extremamente forte: No final da oração, todos nós ouvimos um grande e profundo suspiro de alivio.
Querem saber como terminou?
A casa voltou ao normal naquela mesma noite.
Tudo isso acontecia devido ao fato que alguns dos hospedes tinham uma sensibilidade mais sutil e mesmo desconhecendo este fato acabaram se tornando os instrumentos importantes para a libertação desta Alma que estava ainda presa a este mundo material.
Histórias de fantasmas
A antologia propõe a reunião de contos sobre seres sobrenaturais, organizados pelo pesquisador literário Richard Dalby. Contudo, não é qualquer um que entra nessa coletânea. Primeiro, o texto tem que ser de qualidade. Segundo, deve ser assustador. E terceiro, tem que ter sido escrito por uma mulher. A iniciativa da reunião foi da editora inglesa Virago Press, que publica apenas livros escritos por mulheres.
Richard Dalby, amante de histórias de fantasmas, publicou outros dois livros dedicados ao gênero do horror:The mammoth book of Victorian and Edwardian ghost stories e Dracula`s brood: Neglected vampires classics. Para O grande livro, ele usou como fonte o Virago book of ghost stories: The twentieth century (1987 e 1991) e Virago book of Victorian ghost stories (1988). Assim, a obra abrange contos dos séculos XIX e XX, que representam o melhor da história de horror do período.
Contos fantasmagóricos se tornaram febre em publicações comoHousehold word e All the year round. As edições que mais vendiam eram as de Natal, repletas de histórias fantásticas. Muitas das grandes autoras do gênero escreveram para essas revistas, como Elizabeth Gaskell (1810-1865), Charlote Riddell (1832-1906) e Margaret Oliphant (1828-1897). “A história da velha babá”, de Gaskell, é um dos contos mais arrepiantes. Ele fala de uma babá que luta para manter sua protegida longe de assombrações, montando uma atmosfera aterrorizante que causa no leitor o mesmo medo que as personagens sentem. “A porta aberta”, de Oliphant, tem a mesma intensidade, mostrando que o fantasma pode apavorar não só quando é visto: basta ser ouvido.
Uma boa história de fantasma propõe ser real os fenômenos nela retratados, e para isso o narrador deve tratar o leitor como seu amigo mais íntimo. Dessa forma, os textos contam a história literalmente, como se narrador e leitor estivessem juntos tratando de um fato presenciado ou então apenas repassado por outra pessoa, geralmente envolvida na trama. O único conto que foge desse padrão é “Os alegres campos outonais”, de Elizabeth Bowen (1899-1973). Ela explora as reações humanas ao sobrenatural, não deixando claro no texto o que é assombração e o que é a realidade. Passado e futuro se alternam, mostrando duas irmãs com um comportamento peculiar e uma mulher que supostamente as vê.
Vários tipos de fantasmas preenchem O grande livro. Eles vão de mulheres adultas a homens, crianças e até objetos. Quando a alma perturbada é uma mulher, geralmente as histórias se centram em um caso de amor com um fim trágico, resultante do abandono e opressão. É essa uma das características feministas dos contos, que também apresentam mulheres fortes e independentes. Além do amor, botar ordem no comportamento dos vivos é outro estopim das aparições. É assim em “Os olhos”, de Edith Wharton (1862-1937), onde um par de olhos tira o sono de um homem que faz falsas promessas.
Quando o assunto é objetos assombrados, “O livro”, de Margaret Irwin (1889-1967), é o mais assustador. Um misterioso livro aparece na biblioteca da casa de uma respeitada família e chama a atenção do pai. Ele passa a traduzir os dizeres em latim impulsionado pela curiosidade, ao mesmo tempo em que seu comportamento com a esposa e filhos muda. Não é um fantasma propriamente dito que aterroriza o homem, mas a influência que o livro tem sobre ele, ditando seus passos e o levando a cometer atos terríveis. Um conto que pende mais para o lado dos demônios, retratando uma possessão, fenômeno que não ocorre nos outros.
Há espaço também para contos que falam da bondade de assombrações, ou então de sua irreverente presença. May Sinclair (1863-1946) retrata em “O símbolo” uma mulher que não abandona seu marido até que ele lhe diga que a ama, algo nunca feito em vida. Ela não deseja o mal, apenas quer uma resposta. Já “Não conte para a Cissie”, de Celia Fremlin (1914-2009), é um dos contos mais extraordinários, que pega o leitor de surpresa. Cissie é uma atrapalhada senhora de bom coração que acaba com qualquer programa de suas melhores amigas. Elas então resolvem investigar um fantasma e deixar Cissie de lado para não frustrar seus planos. Digamos que elas encontraram um fantasma, mas não o que esperavam. Assim como o leitor.
O livro abre uma porta para a descoberta de novos trabalhos dessas grandes autoras, para muitos desconhecidas.
Histórias de fantasmas em edifícios em São Paulo
No dia 24 de fevereiro de 1972, o edifício Andraus foi vítima de um incêndio (que acredita-se que tenha começado com anúncios de publicidade colocados na marquise do prédio) que matou 16 pessoas e feriu mais de 300.
Um dos motivos que impediu uma tragédia maior foi o fato do Andraus ter um heliporto no último andar. Hoje, o prédio que fica localizado no centro de São Paulo é um dos mais seguros da cidade.
11 anos depois do incêndio, muitos funcionários do edifício, principalmente vigias noturnos e seguranças, afirmam ouvir sons estranhos vindos de certos locais do Andraus.
Armários que abrem as portas sozinhos, gritos nas escadas e ruídos estranhos fazem parte da rotina dos funcionários do edifício. Alguns deles afirmam realmente ter ouvido sons durante a noite, mesmo sabendo que o prédio estaria complemente vazio.
É inevitável não fazer ligações entre os sons estranhos vindos do interior do prédio com o sofrimento das pessoas que morreram naquele triste dia 24 de fevereiro.
Mas não são só prédios marcados por catástrofes que tem seus contos de fantasmas e histórias assustadoras. O edifício Martinelli, localizado também no centro de São Paulo, guarda histórias assustadoras sobre uma "hospede" inusitada.
Acredita-se que uma moça loira e sem rosto circula pelo interior do Martinelli durante a noite. Ela teria os cabelos compridos, impedindo que se veja sua face. Algumas pessoas afirmam que já viram máquinas de escrever funcionarem sozinhas e portas de armários baterem.
Os funcionários e visitantes que conhecem a história afirmam que a loira deve ser da época do inicio da construção, por volta de 1930, que ronda o edifício até hoje.
São histórias assustadoras de pessoas que já passaram por momentos difíceis que tornam mais místicas e fantásticas as histórias de fantasmas que assombram casas e prédios em grandes cidades. Se é verdade ou não, dificilmente saberemos, mas uma coisa podemos concluir - Ou a história desses prédios alimenta a imaginação fértil de contadores de histórias, ou coisas muito assustadoras acontecem lá dentro.
HISTÓRIAS DE FANTASMAS
CRÍTICAS: Para fazer parte da "Sociedade Chowder", é preciso saber contar uma boa história de fantasmas. Não importa se ela realmente aconteceu, mas o modo como ela será narrada aos outros membros. Assim, durante décadas, essa sociedade, criada por quatro amigos - Ricky Hawthorne (Fred Astaire), John Jaffrey (Melvyn Douglas), Sears James (John Houseman) e Edward Wanderly (Douglas Fairbanks) -, tem o costume de marcar encontros à Lua Cheia, acompanhados de muita bebida e charuto, sob a luz de poucas velas, para contar histórias do além-túmulo. Mas, a pior história não iria sair de seus lábios...
Na cidade de Nova Iorque, um homem, David Wanderly (Craig Wasson), atira-se de uma janela de um alto edifício residencial após encontrar em sua cama uma mulher com um belo corpo, mas com um rosto cadavérico. Próximo dali, seu irmão gêmeo, Don (Craig Wasson), acorda de um pesadelo e decide procurar seu pai, Edward Wanderly. numa pequena cidade da Nova Inglaterra, em busca de respostas sobre a morte de David. Acreditando num possível assassinato - já que seu rico irmão não teria motivo para se suicidar -, Don vasculha a casa de seu pai e encontra uma velha fotografia bastante reveladora: Ricky, John, Sears e Edward estão posando próximos a uma bela e misteriosa mulher, alguém que ele conhecera há pouco tempo, mas fez questão de esquecer.
Antes que possa entender a morte do irmão, Don ainda sofre mais uma perda: seu pai se joga de uma ponte após um encontro fatal com a mesma aparição que vitimou David. Pouco a pouco, a "Sociedade Chowder" vai perdendo seus membros, vítimas de uma vingança sobrenatural, de um passado que os quatro amigos esqueceram de enterrar. Só resta a Don uma atitude: contar sua história assustadora e entrar de vez para o seleto grupo a fim de solucionar esse mistério.
"Histórias de Fantasmas" apresenta uma produção de horror à moda antiga: bons cenários como o casarão abandonado com seu estilo gótico e mórbido; uma aterrorizante atmosfera causada pelas fortes tempestades de neve - que orquestram o mistério e a claustrofobia; um bom enredo - no melhor estilo das histórias em quadrinhos de terror sobre fantasmas vingativos -; e, sem dúvida nenhuma, o excelente elenco, liderado por quatro grandes atores já falecidos, tendo como destaque Fred Astaire, em seu último filme, como o sublime Ricky Hawthorne.
Craig Wasson (Dublê de Corpo) também está bem em seu duplo papel, principalmente como o apaixonado Don. Porém, sua interpretação não se compara a Alice Krige, que é, sem dúvida alguma, o maior destaque do filme. È impressionante o quanto ela consegue transmitir o medo com um simples olhar - tanto que não havia necessidade de usar a maquiagem para transformá-la em uma morta-viva - e convencer o espectador como a enigmática Alma Mobley e como a inocente Eva Galli.
Sem a intenção de estragar a surpresa do leitor, é necessário mencionar a cena mais assustadora de "Histórias de Fantasmas", num dos momentos mais marcantes do cinema de horror: no casarão abandonado, após cair da escada e quebrar a perna, Don fica impossibilitado de se locomover, enquanto aguarda o retorno de seu acompanhante que saiu para buscar ajuda. Eis, que surge no andar superior, vestida de noiva, o espectro de Eva/Alma. No mais absoluto silêncio, Don sente um calafrio e começa a ouvir a cauda do vestido sendo arrastada pelo chão, a passos extremamente lentos. A câmera focaliza apenas a roupa branca e o sofrimento do rapaz que sabe que o fantasma se aproxima. Ao aproximar-se, ela diz:
Na cidade de Nova Iorque, um homem, David Wanderly (Craig Wasson), atira-se de uma janela de um alto edifício residencial após encontrar em sua cama uma mulher com um belo corpo, mas com um rosto cadavérico. Próximo dali, seu irmão gêmeo, Don (Craig Wasson), acorda de um pesadelo e decide procurar seu pai, Edward Wanderly. numa pequena cidade da Nova Inglaterra, em busca de respostas sobre a morte de David. Acreditando num possível assassinato - já que seu rico irmão não teria motivo para se suicidar -, Don vasculha a casa de seu pai e encontra uma velha fotografia bastante reveladora: Ricky, John, Sears e Edward estão posando próximos a uma bela e misteriosa mulher, alguém que ele conhecera há pouco tempo, mas fez questão de esquecer.
Antes que possa entender a morte do irmão, Don ainda sofre mais uma perda: seu pai se joga de uma ponte após um encontro fatal com a mesma aparição que vitimou David. Pouco a pouco, a "Sociedade Chowder" vai perdendo seus membros, vítimas de uma vingança sobrenatural, de um passado que os quatro amigos esqueceram de enterrar. Só resta a Don uma atitude: contar sua história assustadora e entrar de vez para o seleto grupo a fim de solucionar esse mistério.
"Histórias de Fantasmas" apresenta uma produção de horror à moda antiga: bons cenários como o casarão abandonado com seu estilo gótico e mórbido; uma aterrorizante atmosfera causada pelas fortes tempestades de neve - que orquestram o mistério e a claustrofobia; um bom enredo - no melhor estilo das histórias em quadrinhos de terror sobre fantasmas vingativos -; e, sem dúvida nenhuma, o excelente elenco, liderado por quatro grandes atores já falecidos, tendo como destaque Fred Astaire, em seu último filme, como o sublime Ricky Hawthorne.
Craig Wasson (Dublê de Corpo) também está bem em seu duplo papel, principalmente como o apaixonado Don. Porém, sua interpretação não se compara a Alice Krige, que é, sem dúvida alguma, o maior destaque do filme. È impressionante o quanto ela consegue transmitir o medo com um simples olhar - tanto que não havia necessidade de usar a maquiagem para transformá-la em uma morta-viva - e convencer o espectador como a enigmática Alma Mobley e como a inocente Eva Galli.
Sem a intenção de estragar a surpresa do leitor, é necessário mencionar a cena mais assustadora de "Histórias de Fantasmas", num dos momentos mais marcantes do cinema de horror: no casarão abandonado, após cair da escada e quebrar a perna, Don fica impossibilitado de se locomover, enquanto aguarda o retorno de seu acompanhante que saiu para buscar ajuda. Eis, que surge no andar superior, vestida de noiva, o espectro de Eva/Alma. No mais absoluto silêncio, Don sente um calafrio e começa a ouvir a cauda do vestido sendo arrastada pelo chão, a passos extremamente lentos. A câmera focaliza apenas a roupa branca e o sofrimento do rapaz que sabe que o fantasma se aproxima. Ao aproximar-se, ela diz:
HISTÓRIAS DE FANTASMAS.
Uma boa história de fantasma propõe ser real os fenômenos nela retratados, e para isso o narrador deve tratar o leitor como seu amigo mais íntimo.Dessa forma,os textos contam a história literalmente,como se o narrador e leitor estivessem juntos tratando de um fato presenciado ou então apenas repassando por outra pessoa,geralmente envolvida na trama.
Assinar:
Comentários (Atom)